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sexta-feira, 12 de maio de 2017

PARASITAS


AH AH AH AH AH AH AH AH AH AH AH AH AH AH AH !!!!!

OLHÓ AVANTE ! - Liberdade de consciência, de religião e de culto


Carlos Gonçalves 
Membro da Comissão Política do PCP

As convicções religiosas não impedem a convergência na luta
Liberdade de consciência, de religião e de culto
A «visita apostólica» do Papa Francisco a Fátima é uma breve viagem religiosa no centenário dos acontecimentos que estão na génese do Santuário e das peregrinações e acções subsequentes, no plano doutrinário, ideológico e político.





Esta não é uma visita de Estado, como as que o Papa tem realizado em países periféricos, com grandes massas de «pobres e ofendidos» – prioridade na agenda actual da Igreja de Roma. O carácter religioso da visita exigiria reserva e respeito, em vez de velhas e novas tentativas de instrumentalização.

Não cabe ao Partido a análise teológica dos eventos de Fátima em 1917, nem das «aparições», ou como agora se diz – numa nova elaboração teológica que envolve o próprio Ratzinger –, das «visões místicas» de três crianças na Cova da Iria.

Acreditar ou não e em quê é questão de «liberdade de consciência, de religião e de culto, inviolável», em que cada um decide. Tal como as igrejas e comunidades religiosas – «separadas do Estado» – decidem livremente a «sua organização e exercício». Estas são garantias da CRP, conquistas de Abril a defender, para que não aconteçam retrocessos obscurantistas e se avance para um país com futuro, sem questões religiosas de monta.

Uma nota da história de Fátima

Não referindo as questões de natureza religiosa e teológica, importa dar atenção ao processo histórico, em concreto.

Objectivamente, dez mil portugueses foram mortos na primeira guerra e, até 1919, cento e vinte mil foram fulminados pela «gripe espanhola». Em 1917 era muita a fome dos mais explorados e grande o atraso e desespero nas zonas mais pobres do País, como Fátima.

Era primeiro-ministro Afonso Costa, inimigo jurado do movimento operário e que (diz-se) visava «eliminar o catolicismo do País em duas gerações». Confiscou os bens da Igreja e tomou medidas anti-clericais, era apelidado de «mata-frades» (em 1943, Álvaro Cunhal referiu-se aos «erros de intolerância» da República). E foi com o Vaticano de relações cortadas com Portugal que aconteceram as «aparições», em tudo semelhantes às de Lourdes, de 1858.

Religiosidade popular

Fátima criou raízes na religiosidade popular, frequentada por trabalhadores, «povo miúdo», democratas, patriotas, comunistas. Era expectável. As opções humanistas, os valores de paz, justiça e igualdade do «cristianismo primitivo» e o acervo cultural das massas católicas não estão longe de ideais comunistas. E as convicções religiosas não definem a posição de classe, nem impedem a convergência na luta pela transformação social.

O PCP, onde militam muitos católicos e outros crentes, respeita as expressões de religiosidade e valoriza o relacionamento com a Igreja Católica e outras organizações religiosas.

E neste sentido, o PCP, reconhecendo e assumindo diferenças, às vezes significativas, não desiste e persiste em intervir, sempre em defesa dos que menos têm e menos podem, de um País com mais justiça social e de um mundo de Paz.

Neste Pontificado, apesar de inconsequências, as denúncias da exploração, da opressão e da guerra dão mais actualidade às palavras de Álvaro Cunhal, em 1974, em defesa de «boas relações com a Igreja». «Esta política não se baseia em critérios de oportunidade, mas numa posição de princípio. O mundo evolui e a Igreja Católica ... mostra indícios de evolução positiva .... Confiamos que os homens mais esclarecidos da Igreja compreendam a sinceridade e as profundas implicações desta posição do PCP».

Ao serviço de quê e de quem vem ele a Fátima? Padre Mário Oliveira


(Padre Mário Oliveira, in A Viagem dos Argonautas, 12/05/2017)
 papa
O grande Capital que domina e dirige o mundo século XXI tem no papa Francisco, todo de branco vestido, a máscara da bondade, da misericórdia, da proximidade de que tanto necessita para manter adormecidas e anestesiadas as suas inúmeras vítimas em todo o mundo, de modo que nunca elas cheguem a dar conta do imenso sangue derramado por ele através da fome, do latrocínio, da exploração, da mentira estrutural, das guerras, do terror, do medo, da opressão, do desemprego, da emigração forçada, das doenças cientificamente provocadas e espalhadas, da multiplicidade de religiões, elas próprias, o que há de, ideológica e teologicamente, mais perverso e gerador de divisões e de ódios sem conta nem medida.
Uma calamidade à escala global que teimamos em não dar por ela, porque nascemos, crescemos e morremos com mentes cegas que fanaticamente recusam ver a luz e até perseguem e ostracizam quem as queira maieuticamente ajudar a sair da cegueira para a luz. Só porque a luz é profundamente exigente e obriga-nos a todos, nascidos de mulher, a nascer de novo, do vento-sopro Liberdade-Autonomia-Reciprocidade, e são muito poucos os que nos dispomos a semelhante revolução antropológica-teológica. A esmagadora maioria dos crentes, dos ateus-agnósticos, dos ricos, dos pobres prefere que apenas mude alguma coisa, para que tudo continue na mesma. Um tipo de preguiça política que nos devora e mata a dignidade e nos impede de chegarmos a ser plena e integralmente humanos.
Nestes dias 12 e 13 de Maio, os dos cem anos das “aparições”, o papa Francisco está em Fátima, com uma comitiva de 35 pessoas. A grande pergunta que emerge, imperiosa como incontrolável tsunami, é,. Ao serviço de quê e de quem vem ele a Fátima? A senhora de Fátima é um mito, como são mitos todas as deusas, todos os deuses que os nossos medonhos e incontroláveis medos criam e projectam fora de nós e que logo materializamos em toscas imagens para todos os maus gostos, que corremos depois a comprar e a colocar nas nossas casas, nas encruzilhadas dos caminhos e, de modo muito particular e até solene, em santuários que fazemos construir e que passamos a frequentar como se não fossem todos obra das nossas mãos e fruto dos nossos medos.
Nem aparições, nem visões. Nos nossos medos e nas nossas aflições podemos, com mais ou menos frequência, chegar a ver coisas e a ouvir ruídos e vozes. Não são para tomar a sério, a não ser no sentido de diligenciarmos de imediato o tratamento especializado que hoje, terceiro milénio, felizmente já há à disposição de quem chegue a esse grau de degeneração da sua mente. Um tratamento que nos muitos milénios que nos precederam ainda não havia praticamente para ninguém.
Depois de tantos milénios de escuridão das mentes, para cúmulo, criminosamente fomentada e alimentada pelas religiões-igrejas cristãs e todos os sistemas de poder, é de todo compreensível que, ainda hoje, início do terceiro milénio, as populações mais fragilizadas e desamparadas insistam em recorrer aos exorcismos de clérigos chico-espertos, de cartomantes, de bruxas, bruxos, de curandeiros, aos cultos religiosos cada semana nas paróquias e a todo o tipo de promessas feitas em horas de maior aflição que depois, para cúmulo da degradação e da indignidade, elas ainda fazem questão, hoje, até, com vaidade, de cumprir. Quando a libertação e a cura das suas mentes só na antropologia-teologia-espiritualidade de Jesus e na Ciência neurológica, psicológica, psiquiátrica e seus competentes profissionais podem ser dignamente conseguidas.
O culto de Fátima e da sua tosca imagem concebida e fabricada, dois ou três anos depois de 1917, por um artesão da Trofa, embora complete agora cem anos, a verdade é que já vem dos mais primitivos tempos, os do matriarcado. Ao dar-lhe cobertura e pública aprovação, quer com a sua presença física, como “peregrino” cinco estrelas, quer com a canonização dos dois irmãos, Francisco e Jacinta, sem dúvida as mais desgraçadas das três crianças apanhadas-catequizadas-aterrorizadas pelos clérigos de Ourém, o papa Francisco vem legitimar um culto religioso a um deus sádico e cruel que impede os seres humanos de crescerem em idade, estatura, sabedoria, graça e de se rebelarem politicamente contra todos os perversos sistemas de doutrina política, filosófica e teológica que sempre afirmam e valorizam o divino e negam-matam-sacrificam os seres humanos e os povos.
É este o grande pecado e o imperdoável crime do papa Francisco. O primeiro papa jesuíta, cuja Ordem foi fundada-criada por Inácio de Loyola, precisamente com a missão de aprofundar e difundir por todos os meios e em todas as nações da terra, o demoníaco sistema de doutrina do judeo-cristianismo, a sua bíblia, o seu deus sádico e cruel, na sua dupla vertente de macho e de fêmea, de nosso senhor e de nossa senhora, bem como a sua fé religiosa, a sua teologia, o seu culto.
De todo incapaz de admitir-reconhecer que o falso e mentiroso evangelho cristão, que insiste em anunciar urbi et orbi, mata os seres humanos e os povos e os mantém no medo e na depressão, quando é de todo imperioso e urgente resgatá-los para a liberdade, para a autonomia, para o protagonismo político. Como faz Jesus, o filho de Maria, que não hesita em chamar “Satanás” a Pedro, o chefe do grupo dos doze que o vão trair, “Covil de ladrões” ao templo de Jerusalém, “Hipócritas”, aos sumos-sacerdotes e teólogos do templo. Ao serviço de quê e de quem vem ele a Fátima?

A METAMORFOSE DA POMBA


Projeto Memória da Humanidade – Preservando o conhecimento acumulado da humanidade para que sobreviva ao Apocalipse


Gravadas com estranhos pictogramas, linhas e marcas em forma de cunha, elas ficaram enterradas no deserto do Iraque por milênios. Deixadas pelos sumérios há cerca de 5 mil anos, as tábuas de argila dão uma ideia do que acredita-se ser o registro escrito mais antigo de um povo que desapareceu há muito tempo. Embora tenha demorado décadas para que arqueólogos conseguissem decifrar o misterioso idioma preservado nas placas, elas deram uma amostra de como era a vida na aurora da civilização. Tábuas semelhantes e pedras esculpidas também foram desenterradas em locais habitados por outras importantes civilizações que há tempos desapareceram - desde os hieróglifos dos antigos egípcios até às inscrições dos maias da Mesoamérica.
As histórias e detalhes que elas continham resistiram ao teste do tempo, sobrevivendo durante milênios para serem desenterradas e decifradas por historiadores modernos. No entanto, há temores de que futuros arqueólogos não tenham acesso ao mesmo tipo de registro imutável quando eles buscarem por vestígios da nossa civilização. Atualmente vivemos em um mundo digital no qual a informação é armazenada em listas de pequenos registros com uns e zeros eletrônicos que podem ser editados ou até apagados por simples toques acidentais em um teclado. ‘Infelizmente nós vivemos em uma época que vai deixar poucos registros escritos’, explicou Martin Kunze, idealizador do projeto Memória da Humanidade, ou MOM (Memory of Mankind, no original em inglês).
O MOM é uma colaboração entre acadêmicos, universidades, jornais e bibliotecas cujo objetivo é criar uma versão moderna das tábuas deixadas pelos sumérios. O plano deles é reunir o conhecimento acumulado de nossa era e guardá-lo debaixo da terra nas cavernas de uma das minas de sal mais antigas do mundo, nas montanhas da região de Salzkammergut, na Áustria. ‘O principal objetivo do que estamos fazendo é armazenar a informação de uma maneira que seja legível no futuro. É um 'backup' do nosso conhecimento, da nossa história’, disse Kunze. Criar uma ‘cápsula do tempo’ pode parecer arcaico em uma era na qual a maior parte do nosso conhecimento flutua na nuvem da internet. No entanto, um deslize para uma era escura tecnológica não é algo que pode ser ignorado.

A mina de sal em Hallstatt existe desde o tempo dos celtas e pode abrigar nossos segredos milênios por vir.A mina de sal em Hallstatt existe desde o tempo dos celtas e pode abrigar nossos segredos milênios por vir.

Perigo virtual

O advento da internet fez com que seres humanos tivessem, ao alcance de seus dedos, mais acesso à informação do que em qualquer outro período da história. Entretanto, os enormes repositórios de conhecimento que construímos são perigosamente vulneráveis. Cada vez mais as informações vêm sendo armazenadas digitalmente ou remotamente em servidores ou discos rígidos. A situação fica mais séria quando levamos em consideração que alguns artigos científicos hoje são publicados apenas online. Catálogos completos de imagens de telejornais, programas de TV e filmes são armazenados digitalmente. Documentos oficiais e legislações governamentais ficam em bibliotecas digitais.
Todavia, uma conferência de cientistas especializados no tempo do espaço sideral, junto com funcionários da agência espacial americana Nasa e do governo dos Estados Unidos, alertou para a natureza frágil da informação digital. Partículas carregadas descartadas pelo Sol durante uma poderosa tempestade solar poderiam desencadear surtos eletromagnéticos com o potencial de tornar nossos dispositivos eletrônicos inúteis, além de apagar todos os dados armazenados em cartões de memória. Tempestades assim são uma ameaça real, e elas acontecem com relativa frequência. Um relatório publicado pelo governo britânico no ano passado destacou que fortes tempestades solares têm acontecido a cada 100 anos. A última grande tempestade do tipo a atingir a Terra, conhecida como o Evento Carrington, foi em 1859 - acredita-se que esta foi a maior tempestade em 500 anos. Ela acabou com sistemas de telégrafo no mundo todo e produziu faíscas em torres elétricas. Na era da internet, um evento como esse poderia ser catastrófico.
Mas há outras ameaças também - hackers ou funcionários descuidados que poderiam adulterar esses registros digitais ou apagá-los de uma só vez. Também há a possibilidade de nós perdermos o acesso a essas informações. A tecnologia tem mudado de maneira tão rápida que formatos de mídia têm se tornado obsoletos cada vez mais rápido. Minidiscs, VHS e o antigo disquete tornaram-se antiquados dentro de décadas. Daí surge o desejo de guardar uma cópia impressa dos nossos documentos mais importantes. Infelizmente, até as maneiras mais tradicionais de armazenar dados dificilmente são capazes de manter a informação segura por mais de alguns séculos.
Enquanto temos alguns manuscritos que sobreviveram centenas de anos - e no caso de papiros, milhares de anos -, a menos que eles sejam guardados em condições adequadas, a maioria se desintegra e vira pó depois de algumas centenas de anos. Jornais podem se decompor em até seis semanas se forem molhados. ‘É bem provável que no longo prazo os únicos traços das nossas atividades hoje sejam o aquecimento global, o lixo nuclear e latinhas de Red Bull’, disse Kunze. ‘A quantidade de dados está sendo inflada rapidamente, então o real desafio é selecionar o que queremos guardar para nossos netos e para aqueles que vierem depois deles.’ Esse é o motivo pelo qual Kunze e seus colegas buscaram inspiração nas tábuas de pedra deixadas pelos sumérios.

Arquivo permanente

A equipe do MOM tem como meta criar um arquivo permanente do nosso modo de vida ao gravar, em placas quadradas de cerâmica com 20 centímetros de diâmetro, documentos oficiais, detalhes da nossa cultura, artigos científicos, biografias, livros populares, novas histórias e até mesmo imagens. Isso é possível por meio de um processo descrito por Kunze como ‘microfilme de cerâmica’, o qual ele diz ser o sistema de armazenamento de dados com maior duração do mundo. As placas planas de cerâmica são cobertas por uma camada escura e um laser é usado para fazer inscrições nelas. Cada uma dessas placas tem espaço para 5 milhões de caracteres - algo semelhante a um livro de 400 páginas. Elas são resistentes a ácidos e alcalinos, e podem suportar temperaturas de 1300°C. Um segundo tipo de placa também pode ter fotos coloridas e diagramas impressos com 50 mil caracteres. Após a gravação de dados, elas são seladas com um esmalte transparente. As placas são então empilhadas dentro de caixas de cerâmica e guardadas dentro das escuras cavernas da mina de sal em Hallstatt, na Áustria. O lugar, que poderia ser descrito como o local de repouso da cápsula do tempo definitiva, é impressionante. Com a luz certa, as paredes ainda reluzem com os restos de sal, que ajuda a extrair a umidade e secar o ar. O sal tem uma propriedade semelhante à plasticina que ajuda a selar fraturas e rachaduras, tornando a tumba à prova d'água. Enterrados sob milhões de toneladas de pedra, os registros poderão sobreviver por milênios e até mesmo por idades do gelo, segundo Kunze.

Valor inestimado

Em algum futuro distante depois que a nossa civilização tiver desaparecido, esses registros poderiam ter valor inestimado para quem os encontrasse. Eles poderiam dar a culturas menos avançadas que a nossa o acesso a conhecimentos esquecidos, ou ser uma rica fonte de informação histórica para civilizações mais avançadas, garantindo que nossas conquistas, e nossos erros, possam ser estudados. Mas esses registros também podem ter valor no curto prazo. ‘Nós estamos tentando criar algo que não será apenas uma coleção de informações para um futuro distante, mas algo que também será um presente para nossos netos’, afirmou Kunze.
‘O MOM pode servir como um 'back-up' do conhecimento no caso de eventos como guerras, pandemias ou um meteorito que nos faça retroceder séculos dentro de duas ou três gerações. Uma sociedade pode perder habilidades e conhecimento rapidamente - no século 6, a Europa perdeu, em sua maioria, a capacidade de ler e escrever dentro de três gerações.’

Conteúdo das placas

Os arquivos do MOM já têm uma amostra eclética do que é a nossa sociedade. Entre as informações gravadas nas placas de cerâmica estão livros resumindo a história de países ao redor do mundo. Cidades e vilarejos também pediram para ter suas histórias locais incluídas. Mil dos livros mais importantes do mundo - escolhidos com a ajuda de um algoritmo da Universidade de Viena - também serão impressos nas tábuas. Museus estão incluindo imagens de objetos preciosos de suas coleções que são acompanhadas de descrições do que aprendemos com esses itens.
Também há placas com fotos de fósseis - dinossauros, peixes pré-históricos e ammonites (gênero de moluscos cefalópodes) - acompanhadas de descrições do que sabemos sobre eles. Muito do material incluído nas placas está em alemão, mas há também placas em inglês, francês e outros idiomas. Um punhado de celebridades também foi imortalizado nas criptas de sal. O ator e cantor David Hasselhoff, mais conhecido pelo seu trabalho no seriado de televisão Baywatch, conta com um registro longo, assim como a cantora alemã Nena, que ficou famosa com o hit dos anos 80 99 Red Balloons.
Junto com eles, há também uma placa detalhando a história de Edward Snowden e o vazamento de informações secretas da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), dos EUA. A Universidade de Viena também tem colocado dissertações de doutorado premiadas e artigos científicos nas placas. Nesse arquivo também estão placas que descrevem modificação genética e patentes de bioengenharia, explicando as descobertas feitas por cientistas modernos e como eles chegaram a essas conclusões. Junto das pesquisas científicas, objetos do nosso dia a dia como máquinas de lavar, telefones celulares e aparelhos de televisão também estão sendo representados como um registro de como é a vida nos dias de hoje.
As placas também servem como um alerta e apontam locais onde resíduos nucleares foram despejados para que futuras gerações possam evitá-los ou limpá-los caso tenham desenvolvido a tecnologia necessária. Jornais foram convidados a enviar editoriais diários para que um repositório de opiniões, assim como fatos, seja preservado. De muitas maneiras, o problema real é o que não incluir. ‘Nós provavelmente temos 0.1% da literatura antiga, mas no mundo moderno publicar algo é tão fácil como postar algo na internet ou no Twitter’, explicou Kunze. ‘Publicações sobre ciência, voos espaciais e medicina - coisas nas quais realmente investimos - acabam perdidas em meio à massa de dados que produzimos. O Grande Colisor de Hádrons produz algo como 30 Petabytes de dados por ano, mas isso é igual a apenas 0.003% do tráfico anual da internet. Um fragmento aleatório de 0,1% dos nossos dados do presente dariam uma visão bem distorcida do nosso tempo.’ Para resolver este problema, Kunze e seus colegas estão organizando uma conferência em novembro do ano que vem para reunir cientistas, historiadores, arqueólogos, linguistas e filósofos para criar um processo de como selecionar o conteúdo para o projeto. A equipe também espera deixar imortalizado vestígios do cotidiano e incentiva membros do público a criar suas próprias placas. ‘Estamos gravando receitas de cozinha, histórias de amor e acontecimentos pessoais’, disse Kunze. ‘Em uma das placas uma menina incluiu três fotografias de sua primeira comunhão e escreveu um pequeno texto sobre isso. Elas dão ideias da vida diária que serão bastante valiosas.’

Tuítes preservados

O MOM não é o único projeto que encara a difícil tarefa de preservar o conhecimento acumulado da humanidade. Bibliotecários ao redor do mundo também estão tentando lidar com o complicado problema de como salvar a informação da idade moderna. A Universidade da Califórnia Los Angeles, por exemplo, está arquivando tuítes relacionados a grandes eventos e preservando-os em seus arquivos. ‘Estamos selecionando tuítes do Cairo no dia da revolução de 25 de janeiro, por exemplo’, explicou Todd Grappone, bibliotecário-associado da universidade. ‘Nós estamos traduzindo-os para diversos idiomas e salvando-os em formatos que devem continuar sendo acessíveis no futuro. Estamos fazendo isso apenas digitalmente no momento, já que temos cerca de 1 mil vídeos feitos com telefones celulares apenas desse evento, mas o valor disso é enorme.’
Outro projeto, chamado de Projeto Humano de Documentação (Human Document Project, em inglês), tem como objetivo gravar informação em pastilhas de tungstênio e nitreto de silício. Inicialmente, eles estavam gravando essas pastilhas com dezenas de pequenos códigos de QR - um tipo de código de barra bidimensional - que podem ser lidos usando smartphones. Agora, eles dizem que os discos finais levarão informações escritas de uma maneira que podem ser lidas utilizando um microscópio. Leon Abelmann, pesquisador da Universidade Twente em Enschede, na Holanda, é um dos idealizadores do projeto. Segundo ele, a meta é produzir algo que conseguirá sobreviver por um milhão de anos. Agora eles estão começando a colaborar com o MOM. ‘Nós ficaríamos muito felizes se encontrássemos informações deixadas por uma forma de inteligência que foi extinta há milhões de anos’, disse ele. ‘Então acreditamos que seres inteligentes do futuro também ficarão felizes. O simples fato de que precisamos ter uma visão afastada de nós mesmos pode fazer, espero eu, com que percebamos que as diferenças entre nós são triviais.’

Localização

Enterrar essas placas debaixo de uma montanha, porém, pode fazer com que seja improvável que gerações futuras consigam encontrá-las. Por isso, o MOM gravou pequenas fichas com um mapa localizando onde os arquivos estão. Essas fichas estão sendo distribuídas para todos os participantes do projeto para que, assim, eles possam enterrá-las em locais estratégicos ou passá-las para as próximas gerações. Para garantir que a pessoa que encontre as placas consiga, de fato, ler o que está gravado nelas, a equipe do MOM tem criado sua própria versão da Pedra de Roseta, que foi fundamental para a compreensão moderna dos hieróglifos egípcios, com milhares de imagens etiquetadas com seus nomes e significados. Todo este esforço demonstra o tamanho da pretensão do que o grupo deseja realizar. Os indivíduos que encontrarem essa mina de ouro de conhecimento podem ser bem diferentes de nós.
Em alguns milhares de anos a civilização pode ter avançado para além de nossas previsões ou pode ter retrocedido para uma era das trevas. Talvez nem sejam humanos os descobridores de nossas memórias. ‘Poderia ser uma outra forma de vida inteligente’, disse Kunze. Nós nunca saberemos o que os arqueólogos do futuro pensarão da nossa civilização quando eles tirarem o pó dessas placas daqui a milhares de anos, mas podemos ter a esperança de que, assim como os sumérios, nós não seremos esquecidos.


Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-37971529
(Título original: O arquivo soterrado em mina de sal que pretende salvar conhecimento humano do apocalipse)


www.mulhervestidadesol.com.br

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas - Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis


Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 1

Os templos antigos são famosos pelo esplendor visual e relevância histórica que carregam. O Templo de Hathor, construído em torno de 2250 aC não fugiria a regra. Com obras que preenchem todo o edifício, o interior do complexo se encontra muito bem conservado e, apesar de ser um velhinho de milhares de anos de idade, ele é tido como templo principal do complexo Dendera Temple, conhecido como um dos locais mais bem preservados de todo Egito.
Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 2
De frente para o Nilo, a estética do local é clássica egípcia, com exemplos de obras ptolomaicas, incluindo representações de Cleópatra e seu filho. O templo foi construído para adorar a deusa egípcia Hathor, que era a personificação do amor feminino, cura e maternidade. Colunas imponentes foram esculpidas para suportar a face da deusa que é complementada com chifres de vaca.
Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 3
Recentemente, os trabalhadores removeram toda a fuligem preta acumulada em centenas de anos no teto do templo. A restauração possibilitou uma vista espetacular pela pintura cuidadosamente revelada. Decorado com um mapa astrológico bastante completo dos céus e os signos do zodíaco, o teto oferece uma nova fonte de estudos e uma cena encantadora para visitar.
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Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 7

Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis



Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis 2
Teve de trocar 100 emails para conseguir fotografar o Vale dos Reis, a pérola do Antigo Egito. Jakob Kyncl viajou pelo mundo inteiro, mas foi o Egito que o conquistou: “Não há nada como isto”.
Cem e-mails e seis semanas depois, o jornalista Jakub Kyncl conseguiu entrar nas zonas proibidas do Vale dos Reis, no Egito, onde estão enterrados alguns dos faraós e governantes mais poderosos do Império Novo. Teve de falar com “a pessoa certa”, dar bons argumentos para querer fotografar um sítio que os turistas só podem guardar na memória, explicar ao pormenor como iria decorrer todo o trabalho.
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O fotógrafo residente na República Checa já tinha viajado um pouco por todo o mundo: é a vantagem de viver “mesmo no coração da Europa”, como ele descreve Praga no seu website. Tem no portfólio passagens pela Lituânia, pelos Emirados Árabes Unidos, Belize e até Portugal, a quem chamou de “precioso”. Só no Egito – o “monumental”, adjetivou ele – esteve dez vezes. “E o Vale dos Reis tornou-se o ex libris no Egito quando passei lá há dez anos”, explicou ao Observador. Fotografou a zona este de Luxor, apaixonou-se e decidiu continuar por ali, mas desta vez do outro lado do Nilo.
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Dentro do Vale dos Reis, Jakub Kyncl sentiu-se como “um rapazinho que acabou de receber a primeira bicicleta”. Queria sorver todas as sensações e todas as informações possíveis no escasso tempo que tinha, por isso voltou várias vezes aos mesmos sítios para se certificar que as imagens estavam a ficar tal como as tinha projetado. No túmulo de Ay, mais afastado dos outros, esteve sozinho apenas com o guia durante mais de uma hora. “Falem-me sobre uma super-experiência privada – é esta!”, contou-nos o jornalista entusiasmado.
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Ver um homem – o único, aliás – a fotografar alguns dos monumentos mais belos do mundo não agradou a todos. Os turistas não podem captar imagens do local, tornando muito raras as fotos ilustrativas do Vale dos Reis. Num dos dias de trabalho, um advogado que passeava por ali começou a gritar para Jakub Kyncl, achando que ele tinha pago aos guardas para o deixarem fotografar. Quem explicou ao homem, sempre mais cético, e à sua mulher, que aquele era um projeto para “divulgar pelo mundo a beleza do Egito” foi Medhat Ramedan Hafez, um egiptólogo.
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Mais tarde, Jakub Kyncl voltou a cruzar-se com o turista, que lhe sorriu, bateu nas costas e pediu desculpa. “Às vezes, acho que o melhor que temos a fazer é apenas escolher o comportamento certo”, escreve o fotógrafo.
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Site do Jakub: www.jakubkyncl.com


piramidal.net

A Nova Ordem Mundial Maçónica




Quando se fala em Nova Ordem Mundial, ñ podemos deixar de citar a Maçonaria.
Existem atualmente mais de 5.000.000 de Maçons em todo o mundo, com Lojas Maçônicas em muitas cidades importantes, a maioria permanece fechada a estranhos apesar de estarem sempre abertas a suspeitas, a exigência histórica de segredo pelos Maçons deixou os de fora desconfiados, além de vários deles terem posições de grande riqueza, fama e autoridade. 
Segundo o escritor e Mestre Maçom do 33º grau do Rito Escocês, Brent Morris,autor do livro The Complete Idiot’s Guide to Freemasonry, diz que nos USA, 14 presidentes foram maçons, além de membros da família Real Britânica, Sir Winston Churchill e até o Imperador Napoleão, isso seria uma evidência de um governo nas sombras controlado pela fraternidade?
Jim Marrs, autor de Rule By Secrecy, afirma que se você perguntar para um maçom hoje se há dois círculos da Maçonaria, um maior externo, de membros que não sabem quais são as atividades e objetivos reais, e um pequeno círculo interno, ciente dos maiores segredos dirão que não, pois se forem membros do círculo externo não saberão da existência do interno, e se forem do interno, jurarão não revelar isso.
No passado, houveram boas razões para os maçons manterem suas práticas ocultas, na Europa do século 20, o segredo maçônico foi um reflexo imediato das políticas de Adolf Hitler, especula-se que até 200.000 maçons tenham morrido em campos de concentração nazistas, Hitler alegou que os maçons estavam aliados aos judeus para controlar a política e a imprensa européias, ao assumir o poder, Hitler destruiu todas as Lojas Maçônicas alemãs e adotou uma política aberta de extermínio de maçons. 



A Maçonaria nos USA


Muitos adeptos da teoria da conspiração dizem que Washington é uma cidade maçônica, projetada sobre termos maçônicos por maçons, dizem que suas ruas foram projetadas de modo a criar formas e símbolos dentro delas, a capital americana foi projetada sob direção de George Washington que era maçom, em 1792, a pedra fundamental do que era então a casa do presidente foi assentada pelos maçons,, nesse sentido, como construtores simbólicos, os maçons tiveram uma vasta influência na capital, porém, existem pessoas que acreditam que a cidade foi projetada com vários sinais secretos e símbolos colocados pelos maçons nas ruas de Washington, como por exemplo um pentagrama invertido ao Norte da Casa Branca, e ainda pode-se achar símbolos maçons esculpidos por toda cidade.
Os Maçons tiveram um papel decisivo na luta pela independência americana, ao menos 9 maçons conhecidos assinaram a declaração de independência americana em 4 de Julho de 1776.



A Nota de 1 Dólar

O verso do Grande Selo dos Estados Unidos mostra uma pirâmide incompleta, e no topo dela está o Olho Que Tudo Vê, ou o Olho da Providência, esse é um emblema maçônico, e as palavras em latim “”Novus Ordo Seclorum””,ou Nova Ordem dos Séculos, ou ainda segundo os teóricos da conspiração,”Nova Ordem Mundial”, e as ligam aos maçons, porém, a fundamentação histórica da frase é referente a primeira democracia do mundo moderno e a derrubada da monarquia.



O Símbolo

A maçonaria esta repleta de símbolos, onde o maior deles é o Esquadro e o Compasso cruzados com a letra G em seu interior.
Esquadro representa a honestidade e o procedimento justo, o Compasso lembra os membros a conter seus desejos e envolver seus atos em um código moral, no centro do simbolismo está a letra G, ela representa o grande G Omega, o Grande Arquiteto do Universo que é o ser supremo, a inteligência suprema seja quem, ou o que for refletindo as diversas crenças da Fraternidade.

Os motivos originais em que foi fundada tal associação secreta ainda estão envoltos em mistério, mais a maioria das lojas maçônicas concorda que a maçonaria moderna descende dos pedreiros que construirão as grandes catedrais e castelos da idade média, somente em 1717, quatro lojas inglesas se reuniram e a maçonaria se tornou uma organização formal, encontravam-se na taberna o ganso e a grelha, à sombra da catedral Sant’ Paul em Londres, 6 anos depois haviam reunido centenas de membros, várias novas filiais chamadas Lojas e uma instituição escrita cheia de regras oficiais, regulamentos, hierarquias e ritos de passagem maçônicos secretos. 

A Iniciação ao terceiro Grau


Tal cerimônia reconta a lenda de um antigo Pastor bíblico chamado Hiran Abif, o Arquiteto do templo do Rei Salomão em Jerusalém, que foi morto por não revelar os segredos da Fraternidade, Hiran Abif incorpora os valores pelos quais os maçons modernos devem lutar em sua busca para se tornarem mestres. Hiran Abif representa o ego, um elemento chave da cerimônia é a senha antiga que morre com Hiran Abif, foi segundo a lenda criada pelo Rei Salomão e que nenhum maçom estaria autorizado a falar diante de um não maçom, essa palavra substituta foi criada quando os maçons encontraram o corpo de Hiran Abif e emitiram um som, um tipo de som gutural, de todos os segredos da maçonaria, nenhum é guardado como essa palavra secreta, a senha para o terceiro grau maçônico, os membros juram nunca pronuncia-la fora da loja, sob pena de morte.
O juramento consiste em ñ falar, mas a palavra consta em livros escritos por maçons, dessa forma chegou ao conhecimento público, sempre envolta por descrença de ñ ser a verdadeira palavra, a palavra secreta é “”MAH-HAH-BONE “” 

Verdades e Mentiras sobre o Ritual


Segundo o maçom Robert Cooper, o problema dos não maçons é que ao verem esses ritos iniciáticos da maçonaria acreditam que sejam verdade literal, ai que incorrem em um erro muito sério, pois tentar provar algo que nunca foi feito para ser real, é impossível, mais nem todos aceitam a alegação dos maçons de que o ritual do terceiro grau seja meramente simbólico, a internet dá aos teóricos da conspiração a capacidade de explorar e explicar o lado mais obscuro da maçonaria, Kevin Smith tem um Site chamado Vigília da Maçonaria, e ele diz que segundo o ritual maçom se você quebrar o juramento você será assassinado, essa é a base do juramento, diz ainda que existem punições bizarras como ter a garganta cortada ou o peito aberto em perpendicular, as pernas jogadas sobre o ombro e enterradas na areia. 


Mais ... os Maçons já mataram mesmo alguém?A vontade pública de acreditar que os maçons iriam a extremos para proteger seus segredos levou-os a serem acusados de envolvimento em uma das mortes mais sofisticadas do século 20, à do homem conhecido como o “’Banqueiro de Deus””, 






””, Roberto Calvi, seu corpo foi encontrado enforcado na Ponte dos Frades Negros em Londres, na manhã de 18 de Junho de 1982 foi encontrado sob a ponte um homem bem vestido enforcado, sua carteira ainda continha dinheiro, além de um passaporte falso e seus bolsos cheios de tijolos, o corpo foi identificado como sendo de Roberto Calvi. Calvi era diretor do Banco Ambrosiano, 



, o maior banco particular da Itália com ligações muito próximas ao Vaticano, a imprensa de tablóides expôs um grande escândalo sobre apropriação financeira indevida, Calvi também era membro da P2, uma quase ex loja maçônica clandestina.
Curiosamente, a Ponte onde Calvi foi encontrado fica próximo a Grande Loja da Inglaterra, a vista da catedral de Sant’ Paul; as autoridades locais registraram a morte como suicídio, investigações posteriores descobriram que para Calvi se enforcar ele teria que escalar os andaimes construídos para a reforma da ponte, e nenhum vestígio de tinta ou ferrugem foi encontrado sob seus sapatos, tais resultados convenceram o governo italiano a exumar o corpo de Calvi, finalmente em 2002, após 20 anos, os peritos apontados por Juizes italianos, eliminaram o suicídio, significando que Calvi foi assassinado... Teria sido a maçonaria??


Fontes: The Complete Idiot’s Guide to Freemasonry

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