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domingo, 18 de junho de 2017

VENDEDOR TAILANDÊS ASSA FRANGOS COM LUZ SOLAR

Sila Sutharat, um vendedor de frango assado de Phetchaburi, na Tailândia, inventou uma maneira engenhosa de assar seus frangos. Em vez de um forno à gás ou uma churrasqueira de carvão, ele usa 1.000 espelhos móveis que concentram a luz solar em um forte feixe de luz direcionado às carnes. Ele basicamente assa sua carne com mais de 300 graus Celsius de luz solar natural.


Vendedor tailandês assa seus frangos com luz solar

Como a maioria dos outros vendedores de rua, Sila costumava preparar seus assados com fogo de carvão, mas tudo mudou em 1997, quando uma observação mundana lhe deu a idéia brilhante. Um dia, ele foi atingido pela luz do sol refletida na janela de um ônibus que passava, e sentiu seu calor.

- "Eu poderia transformar isso em energia térmica", Sila disse a si mesmo, e começou a trabalhar em um engenho para capturar a luz solar e usá-la para cozinhar seus frangos.

- "Eles disseram que eu estava louco, que assar frango assim era impossível", disse Sutharat sobre como as pessoas reagiram a sua idéia. Mas ele não deixou que as piadas e insultos chegassem até ele, e no final era o único a dar a última risada. Sua invenção, um painel com 1.000 espelhos móveis pequenos funcionou exatamente como ele previu, permitindo que ele asse 1,5 kg de frango em apenas 10 a 15 minutos.
Vendedor tailandês assa seus frangos com luz solar
A moldura de metal com a qual os espelhos estão ligados concentra a luz solar em uma fileira rotativa de frangos marinados. Em apenas alguns minutos, a carne e a pele começam a chiar. Suthrat afirma que sua invenção pode gerar até 312 graus Celsius, razão pela qual ele sempre usa uma máscara de soldador em vez de um chapéu de cozinheiro, ao operá-lo.

O assado solar de Sila é uma visão incomum que atraiu alguns clientes curiosos ansiosos para provar o frango assado no sol. Ele usa este método de cozimento sustentável há duas décadas e afirma que é muito melhor do que os métodos tradicionais de torrefação. É praticamente grátis, assa o frango uniformemente e, o melhor de tudo, é 100% limpo.

VÍDEO


A Universidade Phetchaburi Rajabhat reconheceu a idéia engenhosa de Sila e concedeu-lhe um diploma de ciência honorário.

www.mdig.com.br

As modernas e coloridas tattoos cubistas de Mike Boyd


A tatuagem é mesmo uma forma de arte, e o britânico Mike Boydé mais um a comprovar isso. Com um estilo impressionante, inspirado principalmente no cubismo de Pablo Picasso, os desenhos do tatuador podiam muito bem ser expostos em galerias.
Mike vive em Londres, mas está sempre viajando para entrar em contato com novas formas de tatuagem e incorporar o que vê ao seu próprio traço. “Quero ver tudo que eu puder, desenvolvendo meu estilo em novas formas para ter vantagem numa indústria tão competitiva”, diz.
Cores vivas, traços retos, geometria e elementos da cultura pop se misturam nos desenhos de Mike, que diz adorar quando as pessoas veem sua arte com um misto de estranhamento e curiosidade. “Eu amo as justa posições esquisitas de cores e ângulos, e o fato de que mesmo assim os desenhos são reconhecíveis. Eu gosto de que… não pareça exatamente certo”, define.
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Imagens via Mike Boyd – não deixe de segui-lo no Instagramfonte
vivimetaliun.wordpress.com

As incríveis lojas subterrâneas de Sofia, na Bulgária


Os vendedores ambulantes são uma visão comum em cidades em todo o mundo. A incapacidade de pagar aluguel elevado, ou a indisponibilidade de espaço comercial barato, empurraram esses pequenos comerciantes para as ruas e, em alguns casos, para o subsolo, como na capital da Bulgária, Sofia.
Conhecido como ‘lojas klek’, estas lojas de porão são únicas para a cidade de Sofia. As lojas ficam nos porões dos edifícios que contêm uma pequena janela que se abrem nas calçadas, geralmente abaixo do nível do joelho. É por isso que elas são conhecidas como “lojas klek” -Klek significa joelho.
Os produtos são exibidos no lado de fora na calçada, mas para pedir algo, os clientes precisam se agachar na janela e olhar para o rosto mal iluminado do comerciante dentro do porão.
Os donos dos Klek foram alguns dos primeiros empresários da Bulgária depois da queda do comunismo há mais de vinte anos. Quando o comunismo caiu e as propriedades privadas das produções tornaram-se legais, estas foram uma das primeiras pequenas empresas a aparecer. Os porões foram transformados em pequenas lojas, que ofereciam aos cidadãos que passavam bebidas, lanches, álcool e cigarros. Coloridas, com prateleiras cobertas de vidro ao redor da janela mostram o que a loja tem para oferecer.
Algumas lojas klek fazem reparos de calçados e outros tipos de serviços. Muitas lojas permanecem abertas até tarde ou funcionam 24 horas todos os dias da semana.
Infelizmente, as lojas klek estão lentamente desaparecendo com o tempo.
Confira algumas fotos:
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Todas as fotos: sograph/Flickr  fonte


vivimetaliun.wordpress.com

Regabofe no banco público: a administração da CGD teve aumentos superiores a 82% mas pretende congelar salários dos trabalhadores até 2020

Regabofe no banco público: a administração da CGD teve aumentos superiores a 82% mas pretende congelar salários dos trabalhadores até 2020


O ganho médio da esmagadora maioria dos portugueses diminuiu no período 2010-2015, quando comparado com o ganho médio da UE28. A maior parte dessa perda ainda não foi revertida. O mesmo não aconteceu com os membros do conselho de administração e de fiscalização da CGD, que logo após a enorme recapitalização da “Caixa” com o dinheiro dos contribuintes tiveram aumentos que variaram entre 79,6% e 166,9%. E pretendem agora manter congelados as remunerações dos trabalhadores da CGD até 2020, apesar destas remunerações não terem tido qualquer aumento desde 2010.




www.odiario.info

Albufeira, apresentação dos candidatos da CDU à Câmara Municipal


Paulo Sá adicionou 5 fotos novas — com Maria Jorge e 4 outras pessoas.
Hoje, em Albufeira, apresentação dos candidatos da CDU à Câmara Municipal, Manuela Jorge, e à Assembleia Municipal, Renato Pimenta. Confiança na CDU!

RATOEIRAS


Os arranha-céus que irromperam na modernidade dos anos 60 trouxeram à arquitectura momentos de opção estética revolucionária, é certo, mas igualmente pressupunham uma realização social amiga do homem, o que em boa verdade jamais contou com a minha compreensão artística, estética, social e humanista.
Se numa primeira fase terá existido um horizonte preocupado com um homem melhor instalado, cedo ficou patente que aqueles aglomerados colectivos dirigidos pela apoplexia “gótica” do capitalismo reluzente possuía as condições essenciais de futuras tragédias anunciadas.
O modo de “arrumar” os trabalhadores em caixotes sempre mais altos não pode augurar finais felizes, sendo conhecida de ginjeira a ânsia demolidora da construção capitalista. Fazer mais alto para o lucro ser maior; definir os materiais de construção para a obtenção mais alargada entre o investimento inicial a erigir e o resultado final da obtenção de rendas gordas; promessas programáticas de manutenção exigente, logo abandonadas, ou quase, após a assinatura comprometida dos futuros moradores, etc, etc.
Esta pequena reflexão que me acompanha desde há muito, veio a lume pelo dramatismo recente num destes caixotes, em Londres. A velocidade ciclópica do fogo e a ausência de resposta em tempo (pelo que ouvi a uma ou duas das infaustas pessoas envolvidas), reforça a minha convicção que o gosto subjectivo por estes monstrinhos deveria levar a repensar a proposta humanista de baixa drástica do tamanho destas construções pouco inteligentes, a meu ver. E perigosas!